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Máquinas de escrever

A propósito do ensaio da Flavorwire sobre escritores e máquinas de escrever (obrigada José Mário pela dica), vale a pena ver a promoção que a Companhia das Letras – Penguin (Brasil) está a fazer numa secção de informática.

E haverá coisa mais linda que esta máquina?

 
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Publicado por em 7 de Abril de 2011 em Uncategorized

 

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O rei morreu, viva o rei!

‘Nem foi preciso convidar o melhor escritor chinês da actualidade para ter a sala cheia’, dizia Pedro Vieira, o autor de Última Paragem Massamá, apresentador do programa Ah, a Literatura! – no canal Q, posição 15 do MEO -, ilustrador e bloguer. A última mesa do Festival Literário da Madeira, que versou sobre os Escritores Maltratados, manteve a tradição dos dois dias do primeiro festival literário insular: a sala encheu para ouvir os escritores falar.

Graça Alves e os maus-tratos do isolamento mar, Pedro Vieira e uma pilha de livros de escritores maltratados e Mário Zambujal e a sua poncha e circunstância. Bom, na realidade, todos nós e a poncha e circunstância. Um balanço altamente positivo para a primeira edição do Festival. Agora que terminou, é tempo de começar a pensar na edição de 2012 e é caso para dizer: o rei morreu, viva o rei!

 

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Amnistia 50

50 anos de posteres da Amnistia Internacional no site do jornal britânico Guardian.

 
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Publicado por em 3 de Abril de 2011 em jornais

 

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Le Carré: depois da recusa do Booker, aceita bio

O escritor que diz não querer receber prémios, autorizou finalmente a publicação da sua biografia que proibiu durante anos ao jornalista Graham Lord. Bom, parece que, quando se proíbe uma coisa, tem de se autorizar uma outra. Talvez Le Carré mantenha uma lista de coisas que vai proibindo, recusando, para mais tarde ir aceitando e autorizando. Se calhar ainda vai receber um Booker daqui a dez anos.

A biografia, que foi uma encomenda do próprio Le Carré, deverá ser publicado em 2014, por ocasião do 50.º aniversário do mais famoso romance do escritor, O Espião que veio do Frio.

Para ler mais aqui.

 
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Publicado por em 3 de Abril de 2011 em Sem categoria

 

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Esquecimento

Depois do ‘docinho’ de ontem, o dia começa com ‘Os escritores esquecidos’. Violante Saramago, Afonso Cruz, António Fournier, Antonio Scurati e Eduardo Pitta.

 

Mais tarde, às 14.30, está marcado o lançamento do livro De Profundis, de Oscar Wilde e mais tarde, às 15h, a quinta e última mesa: ‘Os Escritores maltratados’. Pedro Vieira, Mário Zambujal e Graça Alves são os escritores intervenientes.

 
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Publicado por em 3 de Abril de 2011 em Festival Literário da Madeira

 

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Quando os escritores se encontram com o espírito madeirense…

Os resultados são imprevisíveis…

 
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Publicado por em 2 de Abril de 2011 em Uncategorized

 

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Indiscrição

Ora uma pessoa tenta ser discreta e manter um low profile e aqui e aqui desvendam estas pequenas experiências… Oh well…

 

Sem muito tempo (nem bateria) para fazer posts tão constantes como estes mas prometo regressar em breve…

 
 

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Dia1

Depois de uma primeira tarde em que os escritores foram às escolas da ilha, começam hoje as mesas de debate. A primeira: Os escritores que fogem da fama, conta com José Mário Silva, Patrícia Portela, Rui Zink e Rui Faria Nepomuceno.

Antes, alguns escritores gravaram depoimentos sobre o festival. A ver em Festival Literário da Madeira

 
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Publicado por em 2 de Abril de 2011 em Uncategorized

 

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Funchal

No Funchal a propósito do Festival Literário da Madeira, há ainda tempo, enquanto os escritores visitam as escolas, para uma passagem na Livraria Esperança. Com 1200m2 esta é a maior livraria do país. O mistério de como de mantém aberta desde 1886 é o que vou tentar desvendar…

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Publicado por em 1 de Abril de 2011 em Uncategorized

 

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Quem se atreveria? Bolaño, claro!

O blog da New York Review of Books publica um delicioso artigo de Roberto Bolaño onde este confessava ter roubado livros quando era jovem e que eram esses os livros que mais apreciava.

Confesso que ontem tive essa mesma tentação numa livraria e, reflectindo bem sobre a minha relação com os livros, a verdade é que nunca roubei nenhum…

O Bolaño é que já cá não está senão pedia-lhe umas dicas…

 

The books that I remember best are the ones I stole in Mexico City, between the ages of sixteen and nineteen, and the ones I bought in Chile when I was twenty, during the first few months of the coup.

 

 
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Publicado por em 31 de Março de 2011 em livros

 

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